terça-feira, 19 de abril de 2016

World of Discoveries



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Vem aí a Primeira Guerra Mundial!

Vem aí a Primeira Guerra Mundial!




O Instituto de História Contemporânea (IHC) é uma unidade de investigação da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa avaliada pela FCT que se dedica ao estudo, formação e divulgação da História Contemporânea em geral e da História Contemporânea de Portugal em particular.
O IHC, em colaboração com diversas instituições, está a promover um conjunto de iniciativas por ocasião do Centenário da Grande Guerra focando, em particular, a participação portuguesa e o impacto que esse primeiro conflito mundial teve em Portugal. Entre outras actividades, o IHC está a promover um projecto designado Memórias da I Guerra Mundial 1914-1918. Pretende-se, através desse projecto, recolher e divulgar testemunhos relacionados com a participação de Portugal na I Guerra Mundial.
Outros sítios:
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1914 1918
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Centro de Interpretação da 1ª posição portuguesa em Aljubarrota abre no Domingo



O espaço pretende ser um complemento ao Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota (CIBA), em São Jorge, Porto de Mós, onde se travou o conflito.
O local pretende ser um centro de informação histórica sobre um dos momentos mais reconhecidos da História de Portugal.
É no próximo domingo que abre o centro de interpretação da primeira posição ocupada pelo exército português na Batalha de Aljubarrota, na Batalha. Um investimento promovido pela Fundação Batalha de Aljubarrota que ascende aos 1,5 milhões de euros.
O objectivo do centro, localizado junto à ponte da Boutaca, é, segundo João Marreco, mostrar “algo que não tinha sido devidamente explorado”. O director do CIBA explica que o investimento visa “aproximar, em termos museológicos e científicos, os conteúdos do CIBA, relativos à Batalha de Aljubarrota, e o que lhe sucedeu: o agradecimento da vitória e posterior construção do Mosteiro da Batalha”
Mais aqui Centro de interpretação de Aljubarrota. cialjubarrota

OSSOS DO MAIOR DINOSSAURO JÁ DESCOBERTO



Ossos fossilizados de um dinossauro que cientistas acreditam ser a maior criatura que já andou sobre a Terra foram desenterrados na Argentina.
Depois de medir o comprimento e a circunferência do fêmur (osso da coxa) do animal, os cientistas estimam que o dinossauro tinha 40 metros de comprimento e 20 metros de altura. Com 77 toneladas, o animal seria tão pesado quanto 14 elefantes africanos e teria sete toneladas a mais do que o dinossauro recordista anterior, o Argentinosaurus, também encontrado na Patagônia. Os cientistas acreditam que esta é uma nova espécie de titanossauro - enormes herbívoros que datam do período Cretáceo.   Mais aqui

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Calvin e os historiadores


Olho por olho



Esta frase expressa uma das mais antigas leis. Associada à lei de Talião, que deriva do latim: lex talionis (lei idêntica) aponta para a reciprocidade do crime e da pena. A sua origem parece estar no código de Hamurabi, ( ca. 1810 a.C. — 1750 a.C.) o sexto rei da primeira dinastia babilónica.
Hamurabi tornou-se célebre por ter mandado compilar o mais antigo código de leis escritas, o Código de Hamurabi no qual consolidou uma legislação pré-existente, transcrevendo-a numa estela de diorito em três alfabetos distintos.
Um exemplo da aplicação do código de Hamurabi: Se um construtor edificou uma casa, mas não reforçou seu trabalho, e a casa que construiu caiu e causou a morte do dono da casa, esse construtor será morto".
O Código de Hamurabi está esculpido num monumento monolítico talhado em rocha de diorito, sobre o qual se dispõem 46 colunas de escrita cuneiforme acádica, com 282 leis em 3600 linhas. A peça tem 2,25 m de altura, 1,50 metro de circunferência na parte superior e 1,90 na base. Foi encontrada por uma expedição francesa em 1901 na região da antiga Mesopotâmia correspondente à cidade de Susa, no atual Irão, mas hoje encontra-se exposta no museu do Louvre.
Mas, na verdade, a frase olho por olho, dente por dente, é um fragmento de um versículo do Levítico, terceiro livro da Bíblia, fazendo parte do Pentateuco, os cinco livros bíblicos, cuja autoria se atribui a Moisés.
Reza assim o Levítico:
Se alguém causar um ferimento em seu próximo, lhe será feito como fez: fratura por fratura, olho por olho, dente por dente; o ferimento que tiver causado a alguém também lhe será feito.
Ghandi, Martin Luther King e muitos outros defensores do princípio da não-violência defenderam que se o mundo seguir este preceito bíblico, acabará cego.
Quanto mais não seja as frases históricas ensinam e lembram o óbvio. A vingança não faz sentido. A não ser que se procure a cegueira total.

Como seria Lisboa antes do terramoto

Como seria Lisboa antes do terramoto




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Quem sou

Sou professor de História, licenciado pela FLU do Porto e pós-graduado em Informática Educacional. Mestre em Ciências da Educação com tese de investigação sobre a aplicação do Moodle à História. Sou um confesso adepto da aplicação das novas tecnologias ao processo educativo e formador creditado pelo CCPFC, na aplicação das novas tecnologias ao ensino – aprendizagem da História. Sou formador na área da informática e da didática que tem procurado partilhar e divulgar boas práticas no âmbito da formação docente um pouco por todo o país. Quando sobra tempo publico artigos científicos em diversas publicações e congressos.